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Antes do coronavírus, setor de serviços mostrava desaceleração, indica IBGEE.
Múltiplos Serviços
20 de abr. de 2020
2 min de leitura
Queda de receita em março pode ser seguida por uma dificuldade mais duradoura de recuperação, avalia gerente do instituto
Antes dos impactos da pandemia do novo coronavírus, o setor de serviços mostrava uma trajetória de perda de ritmo no início deste ano, disse Rodrigo Lobo, gerente da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ao comentar os resultados do setor de fevereiro. De novembro de 2019 a fevereiro de 2020, por exemplo, o setor teve três taxas negativas e só uma positiva. Pelo indicador mensal, que compara a receita do setor ao mesmo mês do ano anterior, o ritmo de crescimento desacelerou de 1,9% em novembro para apenas 0,7% em fevereiro.“A perda de ritmo acontece de modo mais contundente em serviços profissionais administrativos, com redução da receita de prestadores de serviços de limpeza, vigilância e soluções de pagamento eletrônico, que são as maquininhas”, explicou o gerente.Os questionários da pesquisa de serviços respondidos por empresas do setor não indicam impacto do coronavírus em fevereiro. O isolamento social foi iniciado no país meados de março, cujos resultados serão divulgados pelo IBGE no início do mês que vem.Volume de serviços tem queda de 1% em fevereiro, aponta IBGELobo lembrou que o indicador de sondagem do setor de serviços realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 11,6% em março, refletindo a percepção de queda da receita das empresas do setor. O indicador de expectativa também mostrou piora.“Isso sinaliza que a queda de receita em março pode ser seguida por uma dificuldade mais duradoura de recuperação. É diferente da greve dos caminhoneiros, quando o movimento brusco de paralisação foi seguido de uma recuperação imediata”, disse ele em referência à paralisação de 2018.Por Bruno Villas Bôas, Valor — Rio 08/04/2020 14h29 Atualizado há uma semana
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